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Chegou o dia. Às 15h de hoje o Grêmio entra em campo para disputar o título do Mundial de Clubes contra o poderoso Real Madrid, na cidade de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.
Como se já não bastassem a diferença de valores individuais, os números também favorecem o time europeu.  Enquanto o time brasileiro busca sua segunda conquista mundial (foi campeão em 1983), o gigante espanhol tenta seu sexto título, sendo que levantou a taça nos anos de 1960, 1998, 2002, 2014 e 2016.
Mas o futebol é um dos poucos esportes coletivos em que tudo pode acontecer. Basta tomar por base a dificuldade que o Real enfrentou para superar o Al Jazira na semifinal.
O Grêmio, um time muito superior ao Al Jazira, pode surpreender. Precisará para isso fazer um jogo perfeito. Segurar Cristiano Ronaldo é crucial para Geromel & Cia, nas imediações da área. 
E jogar no contra-ataque, assim como o Al Jazira, que, por pouco – muito pouco mesmo – não provocou a maior zebra do mundo.
Eu sou mais o Grêmio.

9 Comentarios

  1. Acredito que será um jogo parelho e o Gremio tem chances de ganhar, tem um técnico inteligente e perspicaz. O Grêmio não fará com8 o Santos que muitos jogadores só faltaram beijar as mãos de Messi e iniesta, ficaram vislumbrado e o Neymar já havia acertado alguma coisa com o Barcelona.O Santos foi apático e sem forças para a disputa de uma partida de futebol.

    • Ninguém vai fazer nada do que o Santos fez, mesmo. Foi um desastre completo que serviu de lição pra todos do que não fazer num Mundial, inclusive vocês devem ter aprendido muito com nossos erros pro Mundial que disputaram. Mas vale salientar que além do nosso despreparo técnico e psicológico, o adversário não foi fácil. Acredito até que houve uma motivação extra da parte deles por ser o Santos, e por causa do confronto Messi x Neymar, muito esperado na época. Então meu caro Adílio, não era UMA partida de futebol era A partida de futebol. Não seja tão simplista.

  2. Só corrigindo, Marcondes: Real se tornará, ganhando hoje, tri-campeão (igualará o Barça com maior vencedor). Esses europeus falam muito mas não creio que joguem, hoje, como jogaram contra os árabes. Se deixarem aquelas brechas na defesa do último jogo vão perder! Porém, se fizerem um super-jogo, vai ficar difícil para o Gaymio. Se não empatar (grande possibilidade), há 3 resultados possíveis: vitória simples do Gaymio; vitória simples dos cucarachos europeus; goleada dos hispânicos (se bem que, aí, fica fácil ser Pai Dináh, rsrsrs)….

  3. Não sei se sou mais o Grêmio, por ser brasileira sim – seria legal ver um dos nossos tombar um gigante mundial como o Real Madrid como fizera o Inter em 2006, vibrei muito com aquela conquista que parecia inimaginável, – mas confesso que fico na expectativa de alguém tomar uma goleada maior que a do Santos para nos tirar o título de maior vergonha o mundial, que nos colocaram. Mas eu acho que o Grêmio está muito bem treinado, consciente e com os pés no chão, então talvez não corra esse risco. Acho que o Real vai entrar mais alerta que nas semis até porque eles devem saber que o Grêmio é uma ameaça real, diferentemente dos árabes. Tomara que seja um jogaço.

    • Torceu até pelo Entregacional? Sério? Então deve ter vibrado em 2012? Ou não, rsrsrsrs….

      • Torci, menino, e até pro Timeco do Morumbi em 2005, acredita? Nessa época eu não ligava pra rivalidade e na minha cabeça era Brasil contra Europa. Se eu gostasse de futebol em 2000, muito provavelmente teria torcido pro 5ma11 também, ainda mais porque não acharia legal ver os gringos fazendo festa na nossa casa. Depois que fui criando essa noção de rivalidade passei a não torcer mais, hoje até gosto quando os times brasileiros se dão mal, especialmente os rivais paulistas, embora o meu lado patriota ainda se incomode um pouco. Em 2012 torci muito contra vocês, mas confesso que quando Guerrero fez aquele gol, senti uma leve satisfação pela possibilidade de ver um brasileiro triunfar diante de um representante do “melhor futebol do mundo”. Mas também foi só nesse momento, com a conquista sacramentada veio a raiva pelo vosso exibicionismo, rs, a inveja branca e principalmente o desgosto em ver o 5ma11 como o responsável por honrar o futebol brasileiro, enquanto o Santos era a piada pelo que fizera um ano antes. Mas e você, Paulo, quando via os outros lá, torcia contra, a favor ou gostava de bancar o indiferente, rs?

        • Há males que vêm pra bem. Foi duro pra vocês cair de quatro, em 2011, naturalmente. Foi uma pena. Mas aquilo teve um valor didático para os próximos brasileiros, no Mundial, sem dúvida (e o episódio do Mazembe, de 2010, também). Em 2012 e hoje, pelo menos, teve jogo. Embora isso não os console, claro, e é compreensível. Cada time carrega suas glórias e seus vexames.Vocês, por exemplo (falo dos antis, de um modo geral), costumam citar o Tolima como exemplo máximo de queda (embora eu eleja outros jogos como muito mais sujeitos à lamentação inconsolável, no que toca ao Corinthians). Quanto a mim, aprendi uma lição pra vida, como torcedor, depois de ter torcido pelos bambis, na década de 90 (especialmente contra o Milan, pela arrogância dos italianos, que se refletiu no desabafo do Muller, inclusive): todos os torcedores brasileiros se arrogam a condição de “maiores do mundo”, depois de ganharem esses Mundiais ou Intercontinentais. Então, a gente fica reticente em torcer a favor dos brasucas. Não torço, na maior parte do tempo, embora às vezes me incomodem certas situações. Mas nunca desejo que deem vexame. Isso realmente me incomoda, como incomodado fiquei, em 2014, com os 7×1…

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