No jornal O Globo (Por Miguel Caballero) – Com dificuldade de atrair outros partidos para sua chapa, Marina Silva buscou um aliado fora da política tradicional: o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, nome defendido por líderes da Rede, como o senador Randolfe Rodrigues, para ser o candidato a vice-presidente. Se Marina quiser, Bandeira de Mello avisa que aceitará o posto.
— Agradeço ao Randolfe, mas vou ajudar como a Marina preferir. Não acho o mais provável (ser vice), porque a vaga pode ficar para um partido aliado, mas estou à disposição para qualquer missão, até mesmo para não sair candidato e só ajudar na campanha — diz o presidente rubro-negro, rindo de um episódio ocorrido quando se filiou à Rede. — Eu declarei, como agora, que vou fazer o que a Marina mandar. Aí, as redes sociais dela foram inundadas de torcedores dizendo “Marina, manda ele contratar um centroavante”.
Se virar o candidato a vice, não faltará afinidade de discurso. Instado a falar sobre seu posicionamento político e ideológico, o que vinha evitando fazer como dirigente esportivo, Bandeira de Mello dá opiniões alinhadas ao centrismo de Marina, conjugando bandeiras progressistas com uma visão mais liberal da economia.
— Tenho preocupação com a questão social, com questões ligadas a direitos humanos e ao meio ambiente. E não nego a força das leis do mercado. Não sou favorável a Estado mínimo absoluto, mas a ação do Estado não necessariamente se dá através da posse das ações ordinárias. A iniciativa privada é fundamental, e o Estado estabelece as regras do jogo — opina. — E reforma da previdência não é questão ideológica, é matemática.

2 Comentarios

  1. Será que o Presidente do Flamingo quer melhorar a fedentina que está no Brasil pelo cheirinho dos campeonatos que não ganharam?

  2. “Reforma da Previdência”? Ih, já falou m….

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