Pouco antes de a Copa começar, uma versão alternativa da camisa da Seleção Brasileira circulou nas redes sociais. A criação de uma designer de Uberlândia trazia a camisa vermelha, com o logo da CBF e ainda o símbolo da foice e do martelo. Era uma tentativa ridícula de misturar política com futebol. Pra falar a verdade, muita gente que se diz “esquerdista” estava torcendo contra a seleção brasileira.
Até agora não consegui ver nenhum torcedor na rua com a tal camisa vermelha, nem em São Paulo, onde moro, nem em Brasília, onde estou neste momento.
É como diz o colunista Arthur Dapieve, em artigo publicado hoje em O Globo:
“Sempre achei estranho alguém cogitar — no frigir de uma Copa, pô! — não torcer ou até torcer contra a Seleção. Ela é muito maior do que perrengues circunstanciais, do que este ou aquele craque menos simpático ou do que a pútrida CBF, assim como foi maior que o governo Médici e como segue maior que o governo “Dilmer”. Odiar a Seleção é, sei lá, um tipo de autossabotagem. Como não torcer ou torcer contra o Paulinho da Viola, o João Gilberto, o Egberto Gismonti. Nós não somos nada sem eles”. 

4 Comentarios

  1. Eu vi gente vestindo a camisa vermelha sim. Achei que seria mais, mas tem gente vestindo…e mesmo assim torcendo contra.

  2. Que horror, hein? Aliás, estão dizendo que a Alemanha tombou no mundial porque usou verde da Porcada. Kkk

  3. Mas aí está o logo da CBD, a antiga Confederação Brasileira de Desportos, que vigorava na época do Regime Militar, tão execrado pelos esquerdistas. Não entendi…

  4. Só os apátridas lambe botas dos ditadores Cubanos.Os Vermelhos diziam ser contra o Regime Militar ,que diziam ser Ditadura, e baba ovo para ditaduras da Venezuela e de Cuba. Abraçam a idéia, do PCC, Partido Comunista Cubano , da Grande Pátria. Eu não misturo alhos com bugalhos, cada um no seu quadrado, esporte é esporte, politica é politica.

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