Por Alfredo Relaño (Jornal ‘Ás’) – No esporte universitário americano é conhecido como ‘sophomore’, a segunda temporada do atleta. Essa segunda temporada tende a marcar mais do que a estréia, as chances do jogador em questão. O primeiro ano goza da efervescência do estreante, da proteção dos veteranos e da indulgência do público e dos críticos. No segundo ano tudo o que desaparece, já é mais um, e tem que defender seu vazio sem privilégios.
Nessa situação está Vinicius Jr, aquele garoto de 19 anos. O passado foi seu primeiro curso entre nós e seu desempenho poderia ser definido com um gráfico de “chapéu de Napoleão”. Ele começou do nada, com Lopetegui,  teve um estrondo com Solari e, no final, com Zidane de volta, entre uma lesão e pouco interesse do técnico, ele teve outra queda. Na hora deixou um cheiro de velocidade extrema que atacou o defensor, deixou-o para trás e levou a bola para a área adversária com grande facilidade. Ele perdeu mais precisão para finalizar. Com o passar dos jogos, melhorouo passe, mas não o chute a gol.
Tudo reunido deixou o aroma de um jogador com enormes possibilidades, pois representa um modelo que é muito escasso. Infelizmente, a lesão sofrida contra o Ajax no Champions, e talvez o desinteresse de Zidane por ele, o deixou no último minuto sem ir para a Copa América, onde ele teria avançado em seu jogo e nós em seu conhecimento. Agora, com Hazard, que começa na mesma área, e o precedente da falta de calor de Zidane, este segundo ano é difícil. Mas se você realmente tem um grande perfil de jogador futuro, você pode seguir em frente.Além disso, a maioria dos fãs do Bernabéu está ansiosa por isso.

1 Comentário

  1. Tava demorando, hein, Marcondes!? Rsrs…

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