No livro “Tempos Vividos, Sonhados e Perdidos”, Tostão conta uma história da Copa de 70 que seria impossível de acontecer nos tempos de hoje:

“Na véspera da estréia, uma empresa de material esportivo, que era da chuteira que usávamos, ofereceu uma quantia para todos os jogadores, uma mixaria em relação ao que os atletas ganham hoje. Não havia nenhuma propaganda, a não ser usar a chuteira nos jogos. O problema foi que Pelé havia feito um contrato com uma concorrente. Mas a chuteira com a qual ele gostava de jogar era a mesma usada pelos outros jogadores. O roteiro da seleção resolveu o problema: tirou a marca da empresa que identificava a chuteira que Pelé costumava usar e colocou a marca da empresa com a qual ele tinha contrato. Todos ficaram satisfeitos. Pelé jogou com a chuteira que queria, confirmou que era o melhor de todos os tempos, o Brasil foi campeão e as duas empresas ficaram felizes com o lucro”

A 'inconfidência mineira' de Tostão
A ‘inconfidência mineira’ do livro de Tostão

 

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