Na semana passada eu publiquei aqui no blog um artigo do jornalista Ernest Folch), do jornal ‘Sport’, de Barcelona, que tratava de forma bem realista o que será do esporte e especialmente do futebol, quando acabar esse filme de terror protagonizado pelo coronavírus.
Dois pontos a destacar no artigo do jornal espanhol:
  1. Operações recentes como Neymar (222 milhões de euros), Coutinho (145), Dembélé (140), Griezmann (120) ou João Félix (120) agora são improváveis e serão necessários muitos anos para que números semelhantes sejam alcançados;
  2. A segunda grande correção ocorrerá nos salários dos jogadores de futebol, que também terão maiores dificuldades em manter sua receita publicitária tradicional.  Todos esses fatores juntos levarão a negociações descendentes, com prazos longos de pagamento, troca de jogadores (para evitar ter que pagar ‘dinheiro’) e todos os tipos de truques contábeis para equilibrar os orçamentos.  
O CASO JORGE JESUS
Tudo isso nos remete, à primeira vista, ao processo de negociação do Flamengo com o técnico Jorge Jesus, que tem vínculo até maio e quer ganhar R$ 3 milhões por mês. Talvez até ele mereça, mas, como disse o jornalista Ernest Folch, o mundo será outro completamente diferente depois dessa pandemia.
O presidente Rodolfo Landim até parecia disposto a aceitar, mas, agora, ou Jorge Jesus diminui as suas pretensões salariais, ou o Flamengo irá procurar um substituto que aceite ganhar menos.

1 Comentário

  1. Ele não quer ficar. O Flamengo tá forçando.

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