A camisa do Bahia manchada de óleo foi uma das ações de marketing mais bem concebidas dos últimos anos. A idéia de manifestar-se em favor da Região Nordeste que sofre com a poluição do seu litoral, atingido por gigantescas quantidades de óleo, repercutiu no mundo inteiro. Um golaço do Bahia, sem dúvida.

O Náutico resolveu imitar o Bahia, mas partiu para uma vertente mais politizada: #ÓleoNão é um trocadilho com o #EleNão, usado na campanha de 2018 contra o candidato Jair Bolsonaro. A imagem publicada em suas páginas nas redes sociais é acompanhada desse texto:

#ÓleoNão A gente sabe o que é lutar pra superar desafios. O nordestino sempre precisou enfrentar adversidades. Hoje estamos diante de um absurdo crime ambiental. Sem precedentes. Mas a gente vai vencer essa parada.

 

Já o Sport Recife usará hoje no jogo contra o Paraná camisas com os nomes das praias atingidas pelo derramamento de óleo.

5 Comentarios

  1. Isso aí vai render muitas e muitas polêmicas, e vai desviar o foco da ação de marketing, que é o petróleo.
    Faltou originalidade, sensibilidade e austeridade do clube pernambucano. Ficou algo cômico…

  2. O gozado é que quando os incêndios afetaram a Amazônia muitas vozes se levantaram pelo mundo. Agora, foi só falar que o óleo tem provável origem na Venezuela pra todos se calarem. E depois ainda dizem que a questão ambiental não está politizada…

    • Não tem como comparar a Amazônia com o mar, né? Principalmente se for comparar especificamente os danos causados.
      Na verdade, nem o próprio governo deve ter interesse em descobrir o culpado por isso. E se tem, não vai ir muito a fundo. Já que envolve questões geopolíticas e comerciais.
      Ao que tudo indica, um navio pirata estava transportando petróleo ilegalmente da Venezuela, para algum país africano.

  3. Ficou bem explícito que o clube é contra o atual governo!

  4. “Quem Lacra, não Lucra”.

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