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A Federação Brasileira de Técnicos de Futebol (FBTF) anunciou que os treinadores irão fazer um minuto de silêncio antes das coletivas das partidas deste fim de semana. Alguns técnicos já realizaram o ato nessa sexta-feira, como o do Santo André, Paulo Roberto Santos e o do Cruzeiro, Mano Menezes. O protesto é contra a demissão de Oswaldo de Oliveira do Atlético-MG. Ele discutiu com o jornalista Léo Gomide após o Galo empatar com o Atlético-AC, pela Copa do Brasil.
É a mais perfeita tradução de corporativismo. Dentre as características humanas desenvolvidas na vida em grupo ou na sociedade, o corporativismo é um dos aspectos mais destrutivos da natureza humana. É um veneno perigoso que se apresenta camuflado, como se fosse uma coisa positiva.
A FBTF parece que não tem mais o que fazer.

3 Comentarios

  1. Um minuto de silêncio já é demais. Agora, pode-se argumentar também, nesse caso, o corporativismo de viés jornalístico, por parte da imprensa, que prontamente repreendeu, em uníssono, ÓÓ. Eu já escrevi aqui: aquele repórter da Rádio Inconfidência me pareceu tendencioso, nas perguntas, que eram claramente dirigidas (é preciso verificar se aquele comportamento era usual ou não, por parte de tal profissional! Isso pode ter irritado o “Osvardim”, cujos trabalhos têm sido cada vez mais questionados, deixando-o num impasse, quanto ao futuro de sua carreira – não que eu o considere um bom técnico, mas isso é outra questão). E, lembrando outro caso recente de corporativismo da imprensa: o repórter da Globo Eric Faria! Eu já vi esse repórter (ninguém me disse) vibrar e pular em campo com gol do Vaxcu, em 2011 (e isso porque dizem ser mulambo), e dar “a ficha” de um impedimento do Cone, em jogo pelo Flor, na Arena Corinthians, em plena entrevista, no intervalo do jogo…

  2. Eu acho que os dois erraram. Oswaldo perdeu o controle e ele parece que é reincidente. Mas o repórter também provocou, não teve postura de profissional. Entrevista o cara de cabeça quente e de maneira agressiva, tá pedindo pra levar patada mesmo. Acho até que alguns fazem de propósito só para fazer a pauta render.

  3. Repórter errou? Pelo amor de Deus… O cara fez uma pergunta completamente coerente e que em nada ofendeu o Oswaldo. E pelo visto só o treinador fica sustentando essa história de que foi xingado. Um único jornalista – daqueles todos que estavam na coletiva – disse que ouviu o repórter dizer “caralho”, e segundo esse jornalista, o palavrão não foi direcionado ao Oswaldo.

    A diretoria do Galo tá cometendo uma atrocidade narrando o Léo Gomide de entrar no CT.

    Oswaldo é maluco, ultrapassado e jogou a culpa do time mal treinado no repórter.

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