Não é só o Barcelona que pode bater no peito e dizer que é um time invicto. O Clube de Regatas Vasco da Gama, também. Sua  última derrota aconteceu no dia 1 de novembro, para o Fluminense, pelo Brasileirão. De lá para cá, foram 12 vitórias e cinco empates.
Para o jornal Lance, os motivos para o sucesso vão desde a manutenção da base até a amizade entre os jogadores.
A manutenção dos jogadores foi fundamental neste cenário. Nenê, maior estrela do Vasco e assediado para deixar o clube na virada do ano, foi mantido em esforço do presidente Eurico Miranda, renovando o contrato até 2018. Martín Silva, Rodrigo, Riascos e Julio dos Santos permaneceram, com as chegadas pontuais de Yago Pikachu e Marcelo Mattos, além da efetivação de nomes da base como Mateus Pet, também contribuíram para este ponto.
Auxiliar-técnico de Jorginho, Zinho atribuiu a invencibilidade de cinco meses do Vasco a todo o grupo. Ele destacou que este aspecto vira uma forma de motivação para a continuidade do trabalho ao longo da temporada, apesar de saber que é muito difícil passar todo o ano sem perder. O sentimento do grupo, segundo Zinho, é o de tentar se manter assim o máximo que for possível.

– Atribuo a invencibilidade do Vasco a todo o grupo. Quem vai ao campo é quem resolve, mas para ter sucesso, é um trabalho que depende de muitas pessoas. Essa equipe não foi formada no Carioca e sim no ano passado, em 17 de agosto. É difícil no futebol brasileiro ter um período tão longo de invencibilidade (cinco meses), ficamos felizes e nosso objetivo é manter. Sabemos que é difícil ficar o ano inteiro sem perder, mas vamos tentar – afirmou em coletiva após o treinamento de sexta-feira.

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