No blog do Jorge Nicola (Yahoo) – Palavra de quem conhece bem Paulo Nobre: “ele está deprimido”. O 1af004982380854f22c1ce90d74fe52emotivo? A distância do Palmeiras, clube que presidiu entre janeiro de 2013 e dezembro de 2016. A tristeza se explica: depois de injetar R$ 200 milhões nos cofres alviverdes e respirar o clube praticamente 24 horas por dia durante sua gestão, o ex-presidente foi excluído e esquecido.

Excluído por seu sucessor, Maurício Galiotte, com quem dividiu as principais decisões do Palmeiras por quatro anos. Nobre não teve atendidos os pedidos para virar diretor de futebol, nem diretor de marketing. E esquecido por torcedores, conselheiros e opinião pública, mesmo depois de ter transformado o Palmeiras em uma das principais potências do futebol brasileiro após  anos de rebaixamento e briga contra o descenso.

“O Paulo desapareceu do Palmeiras. Ele sempre foi fanático pelo time, a ponto de não perder um jogo. Mas, neste ano, ele não foi a qualquer jogo no Allianz Parque”, conta um amigo. “O Paulo também faltou a todas as reuniões do COF (Conselho de Orientação Fiscal) e do Conselho Deliberativo”, acrescenta.

A depressão pós-Palmeiras fez Nobre buscar outras distrações. “Ele passou um tempo fora do Brasil, para tentar se esquecer do Palmeiras, mas não está sendo fácil”, revela o parceiro do ex-presidente.

Internamente, Nobre manteve poucos aliados. Seu grupo político migrou praticamente inteiro para o lado de Galiotte, como ficou claro na votação que aprovou a eleição de Leila Pereira como conselheira alviverde. Curiosamente, entre os raros parceiros, estão dois vice-presidentes de Galiotte: Antonio Jesse Ribeiro e Genaro Marino.

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