“Minha cabeça está rodando. É muita mentira junta e fico triste com tudo isso, pois sei que é minha carreira que está em jogo. Você acha que se eu tivesse agredido alguém eu estaria livre, falando com você? A delegada que cuidou do caso era mulher. Ela iria me deixar sair livre? Se acertarem uma coisa comigo, tem de ser homem e cumprir. O Fernando Yamada me disse para vir para São Paulo assinar contrato, eu chego no Parque São Jorge e ele tem a coragem de olhar na minha cara e falar que eu não ia ficar. Ele não foi homem comigo”, JUNINHO, jogador contratado pelo Corinthians, mas rejeitado pela torcida por causa de acusações de que teria agredido a namorada, em Recife.

7 Comentarios

  1. Supondo que seja verdade que ele agrediu a namorada, acho certo esse comportamento da torcida em rejeitar um cara que tem essa índole, mas será que se ele fosse um cracaço de bola, a torcida teria a mesma atitude? Querer dar bom exemplo nesse caso é fácil.

  2. Com as feminazis mais ativas do que nunca, entrar num ônibus com mulheres, hoje em dia, já representa um perigo. Ele pode ter sido vítima, sim, de calúnia da ex, mas isso só eles sabem. Corinthians se precipitou duplamente, 1º, ao contratá-lo, e, depois, ao dispensá-lo sem lhe dar chance de defesa.

  3. Já vi alguns casos que as mulheres acusam seus companheiros de agressão, só pra ferrar a vida do cara. Mas esse caso é verdade, tem provas contra ele. Não tem como defender esse cara não. E essa contratação ía contra o marketing do clube, que tá engajado em campanhas publicitárias contra a violência doméstica, ainda bem que desistiu da contratação.

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