O que mais me surpreendeu no amistoso do Brasil foi a qualidade do time da Arábia Saudita. Sim, a equipe dirigida pelo argentino Juan Antonio Pizzi mostrou muita organização tática.
O Brasil ganhou porque tinha a obrigação de ganhar. Não jogou bem, tampouco deu espetáculo, mas teve alguns aspectos positivos.
Gostei da postura de Neymar. Não caiu na provocação dos adversários, não fez ‘piscinaço’, e foi um líder dentro de campo. Dos seus pés, saíram as melhores jogadas do Brasil, inclusive as assistências para os gols de Gabriel Jesus e Alex Sandro.
Ganhar de apenas 2×0 da Arábia Saudita, a 71ª no ranking da Fifa, vai provocar todo tipo de critica dos analistas de plantão. Mas não chega a ser o fim do mundo.
Vejam, por exemplo, que a França, campeã do mundo, precisou suar a camisa para empatar ontem com a Islândia, 36ª no ranking.
Então, vamos deixar o Tite fazer as experiências que precisam ser feitas. Vem aí a Copa América, e será em casa, o que nos põe naquela incomoda posição de ter a obrigação de ganhar.
Assim como queremos ganhar da Argentina no amistoso da semana que vem.

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