Pelo que vimos até agora, vai ser difícil o goleiro Bruno voltar a exercer normalmente a sua profissão de jogador de futebol. A sociedade nunca vai perdida-lo pelo crime bárbaro que cometeu.
Até o jovem goleiro Jean –  afastado do São Paulo por agredir a esposa nas férias – também será cobrado. Ele está no Atlético-GO.
Ao goleiro Bruno, resta uma alternativa de ganhar dinheiro fora do futebol (e fora da prisão. Segundo o jornalista Léo Dias, a Netflix, famoso serviço de streaming, fez uma oferta enorme para produzir uma série contando a sua história. Uma oferta que, financeiramente, foi superior à proposta da Rede Globo, que acabou levando a melhor na disputa.
Os canais, entretanto, precisam convencer Sônia Moura, mãe de Eliza, a jovem morta por Bruno em 2010.
“Não autorizo. Ninguém tá pensando no filho dela que vai completar 10 anos. Vai ter a transição pra adolescência, que não é uma coisa fácil”, disse.

1 Comentário

  1. Nossa, esse crime é tão absurdo que fico chocada até hoje. Imagine a cabeça do filho deles. Nem tem como visitar o túmulo da mãe. Talvez tenha até passado necessidades. Um trauma pra vida toda.

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