5 Comentarios

  1. “Equipe sem mulheres”. Ah, vamos parar com isso, por favor! Até mulher tem que ter cota, agora?

    • Concordo plenamente. Acho um saco essa ênfase que a mídia dá a esse tipo de coisa. Só alimenta a onda “feminazi” que vê machismo em tudo. Afff.

      • Há pontos do feminismo que eu considero legítimos. Por exemplo: direito de voto (demanda das origens do movimento); igualdade salarial para as mesmas funções e tempo de serviço; combate ao assédio sexual (embora eu considere alguns casos bem oportunistas, por iniciativa delas, com interesses escusos). Ou seja, tudo aquilo que objetiva igualar, em cidadania, os gêneros. Mas sou radicalmente contra cotas (aqui também as raciais), aborto livre e ideologia de gênero, de um modo geral…

    • Mas cá entre nós, você já fez comentários que poderiam ser interpretados como machistas. Quando disse que eu entendia certas coisas do futebol, apesar de ser mulher; ou quando fez aquela piada do cartão de crédito no comentário de Adílio, e agora, o comentário acima. Eu não me senti ofendida, nem um pouco, mas com certeza as feministas mais radicais te condenariam. Se você fosse uma pessoa pública, então, nem se fala do linchamento virtual que iria sofrer, caso falasse uma coisa dessas. 🤣🤣

      • Pra ser uma pessoa pública, principalmente um político autêntico, é preciso ter coragem. Essa é, provavelmente, uma das características do Bolsonaro que o elegeram. Embora haja quem diga, também, não sem alguma razão, que parte do comportamento histriônico dele é marketing político…

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Fechar
Logo Qualitare