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Uma das maiores polêmicas deste finalzinho de ano é o caso de Tifanny Abreu, a primeira atleta transexual a disputar a Superliga feminina de vôlei. Impressiona o fato de Tifanny  estar se destacando na competição. Em apenas três partidas pelo Bauru, a atleta de 33 anos fez 70 pontos, uma média de 23,3 por partida, a melhor da liga.
A atleta, que iniciou sua transição de gênero em 2012, foi evoluindo ao longo da competição: fez 15 pontos na estreia contra o São Caetano; 25 contra o Pineiros e 30 diante do Fluminense. O Bauru é o oitavo colocado da Superliga feminina com 17 pontos. O líder é o Praia Clube, com 39.
Um detalhe: antes Tifanny se chamava Rodrigo Pereira de Abreu, e jogava nas Ligas masculinas de vôlei.
Pode isso, Arnaldo?

2 Comentarios

  1. Até que ponto o corpo dela é totalmente feminino para isso não ser uma vantagem para ela em relação às outras? Tudo bem que ela já fez a transição e deve estar tomando hormônios femininos, mas ela deve ter resquícios de masculinidade, um corpo mais forte, mais potência no saque, enfim, que devem influenciar no seu desempenho. Não é questão de preconceito ou duvidar da capacidade dela, mas entendo que seria injusto ela jogar com outras mulheres se tiver alguma vantagem física por conta do seu passado. Mas também, se ela é tida como mulher não faz sentido mantê – la na liga masculina. Complexo.

  2. O grande risco que eu vejo é que esse fator “meio masculino”, digamos assim, se torne um diferencial competitivo. Se isso ocorrer, as meninas perderão espaço, no esporte. Não se trata de homofobia (acho, até porque aqui vemos um caso distinto, possivelmente de transexualidade), mas é que essas situações são muito novas pra alguém da minha geração. O tempo dirá! Quem viver, verá!

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