“Vejo de forma secundária o aspecto entrosamento. O que penso antes é – e aí a análise, o olho treinado, o acompanhamento dos jogos e dos profissionais assistindo aos jogos ou na conversa com os técnicos ou outros profissionais – vêm nas funções que eles exercem. Éverton Ribeiro, por exemplo, é um jogador de flutuação e de composição do meio de campo, pelo lado direito. E ele tem essa condição de fazer e ele fez muito bem pelo Cruzeiro. Quando ele foi para os Emirados Árabes, o nível do futebol lá é – e eu tenho esse conhecimento – mais baixo em termos de competição. Agora, ele está em um grande momento”, TITE, sobre o aproveitamento do trio Bruno Henrique, Everton e Gabigol na seleção brasileira.

2 Comentarios

  1. Ué, ele não tem razão? As Seleções de 58 e 62 nunca tiveram o ataque do Santos ou do Botafogo que tinham grandes jogadores entrosados.Quem nunca ouviu das tabelas Pelé /Coutinho?

  2. É, não é porque dá certo no clube, que vai dar na seleção.

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