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No início do ano, com a enxurrada de contratações, a torcida do Palmeiras era, certamente, a mais otimista do País. Mas esse entusiasmo virou pó, depois de uma sequencia de maus resultados. O time está em 7º no Brasileirão, com quase a metade dos pontos do líder Corinthians.
Hoje, os torcedores tentaram atrair o diretor de futebol Alexandre mattos para uma conversa, uma espécie de entrevista coletiva, mas a idéia foi vetada pelo presidente Maurício Galeote. A Mancha Verde chegou a enviar um documento com perguntas para a diretoria.

Com o veto, os organizados mantiveram o protesto e elencaram algumas questões diante da imprensa e de outros centenas de torcedores que compareceram ao local.

O primeiro deles foi colocar a Libertadores como obrigação. A organizada ainda questionou a vontade do time e disse que é o elenco mais caro do Brasil. “Tem muito dinheiro para pouca obrigação”, dizem.

Depois, na coletiva, os manchistas disseram que a diretoria está omissa e pediu para que os jogadores corressem mais.

Na prática, esse tipo de protesto tem “efeito zero” no comportamento de um time de futebol. Quando muito, ajuda a tumultuar ainda mais o ambiente.

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