A revista Meio & Mensagem informa que a Globo já garantiu cinco patrocinadores para a temporada 2019 de Futebol, pacote de cobertura que engloba a transmissão dos campeonatos nacionais, estaduais, continentais, além dos amistosos da seleção brasileira e da Copa América.
Apresentado ao mercado publicitário na última semana de agosto, o pacote contempla seis cotas de patrocínio, cada uma com valor de tabela de R$ 310 milhões.
Dos seis patrocinadores atuais do futebol, quatro renovaram: Ambev, General Motors (Chevrolet), Vivo e Itaú. Já Hypermarcas e Unilever não renovaram com a emissora e deixam de fazer parte das transmissões esportivas. No lugar de uma delas, entrou a Casas Bahia.
Semanas atrás, o blog fez as contas e comparou uma cota do patrocínio da Globo com o patrocínio máster da Caixa com o Flamengo, que é de R$ 30 milhões/ano.
Ou seja, o clube de maior torcida do País fatura infinitamente menos do que a emissora do plim-plim.

4 Comentarios

  1. Eu acho que deveria acabar com o monopolio e exclusividade da Globo nas transmissões. Por exemplo o campeonato brasileiro deveria ser dividido em pacotes.
    Pcte1 com classicos
    Pcte2 com jogos de times locais
    Pcte3 com jogos times de outros estados
    Pcte4 com jogos menos atrativos
    Dessa maneira todas emissoras poderiam participar das transmissoes o que aumentaria muito os profissionais da area como narradores reporteres e outros profissionais da area alem de mais patrocionadores etc…todos sairiam ganhando.

    • Creio eu que não há nada a ser feito para acabar com o monopólio da Globo no futebol. Até porque, são contratos entre entidades privadas. O máximo que o Estado poderia fazer era propor uma regulação das comunicações como foi feita na Argentina. Mas seria pouco provável disso ocorrer atualmente pelas tendências políticas do Brasil. Além disso, as demais emissoras não teriam a capacidade de oferecer aos clubes o mesmo retorno financeiro, tecnológico e midiático que a Globo – que possui uma vasta penetração no território nacional – oferece.

  2. É o que temos para hoje, né?
    Querendo ou não, é a Globo que sustenta o futebol brasileiro. Tem clube por aí que não tem bilheteria, nem patrocinador máster. É a triste realidade atual que representa a falência do nosso futebol!
    Na Europa, os clubes não são tão dependentes das cotas pagas pelas emissoras pois possuem fontes de receitas em escala global. Já os brasileiros dependem exclusivamente do mercado interno para sobreviverem.

  3. Possivelmente as cotas tenham sido majoradas em razão da Copa América…mas comprova que o futebol, mesmo o país estando numa das piores crises financeiras de sua história, ainda é viável, comercialmente…

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