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Era aquele tipo de jogo em que tudo deveria dar certo. Mas o Grêmio não jogou nada. Não sei se por ordem de Renato Gaúcho, mas o fato é que o time brasileiro entrou em campo acanhado amedrontado, e não criou uma jogada de ataque durante os 90 minutos.
É verdade que Real Madrid tem uma equipe tecnicamente superior. Mas nada pode justificar esse medo de jogar. Faltou também algum lampejo de Luan, o craque do time, que ficou apagado até para as jogadas mais simples. O cara não acertou um passe de dois metros de distância.
O gol de Cristiano Ronaldo fiou pouco de sorte. Chutou uma falta no meio da barreira, que abriu e tirou todas as chances do goleiro.
Mas é assim: você vai enfrentar um adversário mais forte, e  não pode ficar inerte, esperando que as pancadas não lhe causem danos. Em algum momento é preciso revidar, bater, ousar. O Al Jazina, na semifinal, foi mais corajoso que o Grêmio.
Enfim, o tricolor gaúcho  não seria campeão do mundo jogando assim, como um Luverdense qualquer. Nunca!

5 Comentarios

  1. Perfeita análise, o Luan que deveria puxar o contra ataque foi inferior ao Romarinho do Al Jazira.Parece que o Luan é um jogador igual ao Ganso de tanta apatia.

  2. Tenho a impressão de que o Real não deixou o Gaymio jogar. Luan recebeu marcação por zona, mas toda hora tinha alguém na sobra (até dois homens, às vezes). Não dava pra sair driblando toda hora, como ele costuma e tentou fazer. Sentido de colocação tática dos espanhóis é superior. Em jogos assim (ou talvez todos, contra europeus de 1ª linha) têm que tocar de primeira e se deslocar o tempo todo, senão fica difícil. E, nas poucas vezes que os gaymistas tiveram jogadas ofensivas promissoras, ou a bola caía nos pés do tal Ramiro, ou do Cortês, dois jogadores burros demais…

  3. Mas o mais lamentável de tudo é perder um título desses num lance bisonho de erro da barreira. E, olha, não duvido nada se o CR-7 não estudou o comportamento da barreira, naquela cobrança no 1º tempo! E, além do que, uma falta totalmente desnecessária e buscada pelo português, numa posição ótima pra ele bater…

  4. A possibilidade de tomar uma goleada é uma justificativa plausível para o medo de jogar. Quem me dera que o Santos tivesse sido tão prudente e guerreiro quanto o Grêmio hoje. Geromel e Keneman representaram e dividiram todas. Esse é o tipo de jogo que além de sangue frio e aplicação tática é necessário sorte. Diga-me qual brasileiro que foi campeão em cima de um europeu, nesse novo formato de Mundial, jogando de igual pra igual? Nenhum. Armaram o ferrolho e jogaram por uma bola, tanto que em 2 dos três casos os gols vieram de heróis improváveis. O Grêmio poderia ter ousado mais, mas esse mais não garantiria o título e ainda aumentaria o risco de ser goleado. Ele só não teve a bola do jogo como os outros tiveram. Eu não critico a postura do Grêmio, não foi suficiente para ser campeão, mas bastou para não passar vergonha. É muito fácil dizer que o time deveria ter jogado mais sem levar em conta que o adversário era o Real Madrid ou o Barcelona de 2011.

  5. Se o Grêmio fosse pra cima ía ser goleado, o contra ataque do Real é mortal. Grêmio fez o certo jogou defensivamente esperando aparecer alguma chance. Pelo menos não levou goleada, não deu vexame, a derrota já era algo esperado.

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