“Não adianta usar de hipocrisia. É inevitável dizer que o jogo tem conotação diferente. A gente só rivaliza com quem admira. São jogos assim, como quando em clubes contra Boca, River, Estudiantes, San Lorenzo, Racing… fica outra atmosfera. Mas o que não podemos é jogar o jogo antes, temos absorver energia, ter serenidade, equilíbrio, discernimento. É um jogo emocional que mobiliza, que provoca perguntas, mas essa ponderação é fundamental”, TITE.
“Em princípio, é o maior vencedor de todos os tempos. Quem joga é um adversário importante. Em nenhum caso minimizamos o jogo. Eles vêm de uma incrível seqüência positiva e estão no mesmo nível de quem joga, com jogadores de qualidade e em qualquer posição. O máximo respeito. Eles são locais. Eles venceram os sete jogos seguidos. Dificuldade máxima. Vamos fazer como fazemos contra a Venezuela. A Argentina merece atuar todos os jogos com a demanda máxima. Precisamos de vencer e deixar uma boa imagem. É disso que se trata no final. O importante é como enfrentar o jogo”, LIONEL SCALONI

1 Comentário

  1. O mesmo papinho de sempre, de um lado e de outro. Têm coisas que não mudam no futebol. Também não adianta trazer um Romário ou Edmundo pra opinar que chutariam o pau da barraca, pelo menos enquanto jogavam – pra gáudio da imprensa -, sem todavia acrescentar nada…

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