“As pessoas não gostam de futebol de trabalho, gostam de quem ganha. Só que você tem mais chance de ganhar quando tem melhor desempenho. O time tem de ganhar. Quando perder, que parece que espera perder para falar mal, vai perder. Todos aqui vão trabalhar no limite para entregar vitórias. Na minha modesta opinião, tinha de falar mais das imensas chances que criamos para ganhar. Mas a pergunta é feita no sentido inverso. Prevalece o resultado, não valorizam quem trabalha. Com o Sara, todos queriam massacrar o moleque, colocar como um jogador menor, e o treinador um idiota por colocar ele para jogar. E não é nada disso. Ele joga porque ele é bom. Não estou dizendo pelos dois gols. A gente assim vai matando um monte de moleque porque temos de suportar o moedor de gente. Hoje vão falar também do Tiago Volpi (no gol de Marinho), mas não falar da defesa difícil que ele fez, o milagre em uma bola para trás do Luciano. Fica sempre no negativo”, FERNANDO DINIZ, técnico do São Paulo.

2 Comentarios

  1. O futebol é imediatista. Ainda mais aqui no Brasil.

  2. Fernando Diniz descobriu a pólvora. O brasileiro não gosta de futebol, gosta de vencer. Apesar dessa constatação Diniz precisa ser menos ortodoxo com suas convicções táticas que já se mostraram ineficientes e achar um equilíbrio antes que fique taxado de pé-frio.

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