Para construir o Itaquerão, o Corinthians pegou emprestado do BNDES, via Caixa, cerca de R$ 400 milhões. Há outra dívida com a construtura Odebrecht, no valor de R$ 350 milhões. Essa segunda dívida está sendo contestada pelo clube. Onde, em meio aos protestos da torcida que exigia “transparência” nas contas do clube, o diretor de marketing Luis Paulo Rosenberg tentou explicar a situação:
“A Arena para nós se divide em três capítulos: renegociação da dívida, aumento da receita, diminuição das despesas. Quando você fala em renegociação você tem três desafios. A relação entre Corinthians e Caixa quando o Andrés assumiu era quase caótica. O credor desiste que você vai desistir de pagar e vai para o ‘pau’. O Andrés foi para a renegociação e isso é muito complicado. É com grande alegria que todos os problemas existentes foram superados. Vivemos em uma fase que todas os problemas foram superados. Tudo é transparente e tudo isso dá uma confiança para o credor. Agora o contrato está atingindo um nível de maturidade maior. Vocês sabem que todas as arenas fora a nossa do lado do credor uma entidade estatal, então quem emprestava o dinheiro estava tranquilo, porque se desse alguma coisa o dinheiro estava no fundo. O que eu quero garantir para vocês é que ao fim dessa negociação, o número de R$ 1 bilhão é o limite”.
Comentário meu – Uma coisa que não consigo entender: porque não conseguem arranjar um patrocinador para rebatizar o Itaquerão? Incompetência? Má vontade? Vá entender…

3 Comentarios

  1. Por que num baixam o preço do NR? Em tempos difíceis é pra pegar o que tem. Essa poderia ser uma questão já resolvida.

  2. Quando o estádio começou a ser construído a situação econômica do país era outra, e também as notícias de corrupção envolvendo a construtora, afastam as empresas.

  3. A R&T não tem credibilidade moral – nem financeira – pra otimizar a exploração da Arena. Nem patrocínio master conseguiram, até agora. Minha esperança assenta-se em dois pontos: negociação dos CID’s (recentemente ganhamos em 2ª instância a atrabiliária e clubista ação civil pública movida pelo “promotô” prantista) e compensação integral da dívida com a Odebrecht, que deixou as obras inacabadas…

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