Captura de Tela 2017-02-22 às 07.03.26À parte as questões sobre arbitragem – porque aquele pênalti em Chavez foi muito esquisito mesmo – é preciso reconhecer que o São Paulo de 2017 é um time completamente diferente.

E o responsável por essa mudança tem nome e sobrenome: Rogério Ceni. Ele é, certamente, um dos técnicos com menos “quilômetros rodados” em todo o mundo, mas já dá pra perceber que tem cacoete para a profissão. Tem postura, coragem e planejamento.

O São Paulo ainda não é o time dos sonhos. Tem, por exemplo, uma defesa bastante vulnerável, mas o elenco confia nele. A torcida, também. É um problema que poderá ser resolvido rapidamente.

“Prefiro ter preocupações com meu time jogando sempre pra frente, pro ataque. Futebol não é ciência exata, às vezes não ganha quem cria mais, cruza mais, finaliza mais. Estou muito feliz com eles. Era para termos cinco vitórias consecutivas”, disse Ceni.

O ex-goleiro ainda reconhecou os gols sofridos, mas não considerou o problema grave. Ceni ainda relembrou a maratona de jogos enfrentada pelos atletas, que atuaram quatro vezes em nove dias.

“Nós, até 10 minutos do primeiro tempo, tomamos gols em três jogos, mas foram de formas variáveis. Eu acredito que seja coincidência. Ninguém quer sofrer gols, claro, mas fico feliz que o time mesmo sofrendo gols está se mantendo focado, e jogando em busca do gol, até o ultimo minuto”.

3 Comentarios

  1. Também estou achando que sim, viu?

  2. Tenho sim, mas ao mesmo tempo que o time faz muitos leva muitos gols, precisa achar um equilíbrio entre ataque e defesa

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