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Aproximadamente as 22h do dia 28 de novembro de 2016, uma tragédia abalou o mundo do futebol. O voo 2933, da empresa boliviana LaMia, caiu no morro El Gordo, a 35 quilômetros do aeroporto de Medellin, na Colômbia. A bordo, estava a delegação da Associação Chapecoense de Futebol, que havia conquistado uma vaga na final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional.
O jogo decisivo seria disputado na quarta-feira (30). A alegria dos jogadores, da comissão técnica, e dos jornalistas a bordo (total de 77 pessoas) deu lugar ao horror. Na escuridão da noite o avião bateu de barriga no alto do morro, capotou e se despedaçou encosta a baixo, deixando um rastro de destruição.
Entre passageiros e tripulantes, 71 pessoas morreram na queda do avião e seis foram resgatadas com vida.
O mundo inteiro prestou solidariedade à Chapecoense, que teve forças para se reerguer, montar um time a partir do zero,  e conseguir, no ano seguinte, se manter na Série A do Campeonato Brasileiro.
#prasemprechape

2 Comentarios

  1. A culpa não é só da LaMia. A culpa é da Chape, também, que quis economizar com a segurança…

  2. É o tipo de tragédia que não se vê todos os dias.

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