NA FOLHA – O GP Brasil de F-1 completa 45 edições com pouco a comemorar e muita preocupação em relação ao seu futuro.
A etapa e o país, que formam uma das mais tradicionais atrações do calendário, têm um asterisco ao lado de tudo o que lhes representa para o próximo ano.
A interrogação se estende ao grid, uma vez que não se sabe até agora se haverá pilotos brasileiros correndo na categoria em 2017.
unnamed-3
NO ESTADÃO – O GP do Brasil de F-1 não passou imune à crise econômica. Em sua 45.ª edição, a corrida perdeu importantes patrocinadores e deve apresentar prejuízo de US$ 30 milhões (cerca de R$ 98 milhões) neste ano. A maior baixa foi a Petrobrás, que até batizava o GP. A estatal sofre com duras perdas econômicas em meio às investigações da Operação Lava-Jato. A etapa brasileira também ficou sem o apoio da Shell.
“Neste ano certamente não vamos conseguir fechar as contas”, revelou Tamas Rohonyi, em entrevista exclusiva ao Estado. “Deve dar um prejuízo de US$ 30 milhões.” Sem revelar detalhes sobre as finanças do GP, ele atribui o pesado déficit às perdas dos patrocínios da Petrobrás e da Shell.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Fechar
Logo Qualitare