O investimento dos clubes das 5 principais ligas do futebol europeu em contratações de jogadores na temporada 2020/2021 caiu quase 50% em relação à média das últimas 3 temporadas. A informação é do site Poder 360.

As informações estão em estudo publicado na última 3ª feira (9.fev.2021) pela área especializada em futebol da consultoria britânica KPMG.

O levantamento considerou a Premier League (Inglaterra), a Série A (Itália), a La Liga (Espanha), a Ligue 1 (França) e a Bundesliga (Alemanha).

Na comparação do valor investido em cada uma das competições nacionais na atual temporada com a média das 3 temporadas anteriores, a queda mais brusca foi no campeonato espanhol (70%).

Na sequência estão os recuos nas ligas alemã (51%), francesa (40%), italiana (33%) e inglesa (20%).

Com a redução menos acentuada, a Premier League continua sendo a que tem o maior investimento em reforços, com 1,5 bilhão de euros na atual temporada.

O Chelsea, clube londrino, lidera o ranking de maior gastador, com 247,2 milhões de euros empenhados na contratação de novos jogadores, no total. Em 2019/2020, o Real Madrid, da Espanha, ocupou o topo, com 355,5 milhões de euros.

O time inglês fez a contratação mais cara da temporada, o meia alemão Kai Havertz, do Bayer Leverkusen, da Alemanha, por 81 milhões de euros, segundo o site Transfermakt. 

O 2º jogador que foi comprado pelo maior preço foi o volante brasileiro Arthur. A Juventus, da Itália, pagou 72 milhões de euros ao Barcelona, da Espanha, para contar com o atleta em seu elenco.

Na temporada anterior, a maior quantia investida em um só jogador foi superior. O espanhol Atlético Madrid pagou 127,2 milhões de euros pelo atacante João Félix, que atuava no Benfica, de Portugal.

O levantamento também aponta que o percentual de jogadores transferidos em definitivo caiu em relação à temporada passada (46% para 38%).

A taxa de atletas que foram negociados por empréstimo foi de 25% para 28%. A contratação de jogadores que estavam sem clube subiu de 14% para 15%.

O número de atletas que assinaram contrato após terem atuado nas categorias de base subiu de 15% para 19%.

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