“Eu sou muito insistente no esporte. Não tem muito jeito. Estou há 28 anos fazendo isso. Eu comecei aqui era Top Sport, não era nem SporTV, fazendo um programa semanal, que se chamava 360°. Em cada programa, a gente falava sobre uma modalidade esportiva. Tudo sobre aquela modalidade: regras, principais nomes, tinha uma entrevista. E foi ali que eu me apaixonei pelo esporte. A minha preparação toda era para ser atriz, mas o esporte acabou me roubando. A realidade foi muito mais forte do que as historinhas… É um programa que tem muito futebol [o ‘Tá na Área’, do SporTV, que ela começa a apresentar 2ª feira] , mas a gente está querendo trazer os outros esportes também. Queremos trazer outro olhar para isso tudo, mas sem perder a característica da informação”.
 
Nada contra os outros esportes, muito pelo contrário, mas, até hoje, todos os canais, programas e/ou emissoras de rádio que tentaram dar menos espaço ao futebol, perderam audiência rapidamente. Vide o exemplo da Bradesco-FM, emissora da qual fui colunista durante mais de um ano. A idéia inicial era tratar de todos os esportes olímpicos, mas só conseguiu engrenar quando dedicou 80% de sua programação para o futebol.

2 Comentarios

  1. Apesar do futebol ter perdido muito espaço, nas últimas décadas, ainda é o carro-chefe. Como já dizia alguém: esporte é futebol, o resto é educação física…

  2. Eu amo sermos o país do futebol. Tem que continuar assim e todos os brasileiros deveriam sofrer lavagem cerebral para adorarem esse esporte. Os que não gostam, paciência. Eu gosto de vôlei, patinação no gelo ginástica artística, mas não trocaria futebol por nenhum deles.

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