Estávamos todos com saudades dos grandes clubes em campo. Desde que a seleção brasileira perdeu parte do seu encanto, sobretudo do poder de despertar paixões, os clubes foram mais valorizados.
Podem ter certeza que o jogo do Flamengo em Curitiba deve ter elevado esplendidamente a audiência da Globo no Rio de Janeiro. Muito mais doque qualquer partida da Copa América.
Mas o futebol dos clubes mudou pouco depois do recesso. O próprio Flamengo de Jorge Jesus é muito parecido com o de Abel Braga. O treinador português mostrou-se bem ativo  na beira do gramado, mas, curiosamente, escalou um time com jogadores que a torcida não aprova. Deixou Diego e Everton no banco. Também não deu a mínima para o repatriado Rafinha, preferindo o truculento Rodinei na lateral.
De qualquer forma, arrancou um bom empate com o Athletico. Só não pode  correr o risco de deixar a classificação escapar dentro do Maracanã.
O Grêmio de Renato Gaúcho deveria ter aproveitado o recesso para melhorar a qualidade do seu futebol. Empatou com o encardido time do Bahia, num jogo em que deixou péssima impressão para a torcida. Nem o badalado Cebolinha conseguiu ajudar muito.
E o Palmeiras manteve mais ou menos o padrão de sempre, ganhou em casa de um adversário forte, mas a torcida parecia querer mais. O Palmeiras precisa de um 9. Mas tem que ser um nome de muito respeito. Todos parecem fartos de atacantes meia-boca.
Enfim, o futebol voltou, mas pouca coisa mudou nos grandes clubes.

3 Comentarios

  1. Continua as lambanças das arbitragens, mesmo como o VAR. Será que o VAR é necessário?

  2. Que vergonha o que o bombado fez com o Pathético! Acho que me precipitei ao elogiar o VAR, embora o problema não seja da tecnologia, mas do seu mau uso (ou não-uso, o que é sempre uma decisão do grupinho, e a Rede Globo parece que sempre se antecipa às decisões da turminha, reparem!)…

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Fechar
Logo Qualitare