Neo Química,  como no tempo de Ronaldo
Há quem diga que o banco BMG é o pior patrocinador que já apareceu no futebol brasileiro porque impôs aos clubes uma cláusula de “produtividade” que consiste em remunerar os seus parceiros de acordo com o número de adesões à carteira da instituição financeira.
O fato é que, clubes como o Corinthians – só para citar o mais importante de todos que fecharam parceria com o BMG – não estão satisfeitos com os resultados.
O vínculo entre Corinthians e BMG é de cinco anos. Sendo que o clube já recebeu os valores fixos de 2019 e 2020, além de R$ 6 milhões de lucros futuros. O resultado sempre ficará abaixo de contratos anteriores, como o da Caixa Econômica, por exemplo, que pagava R$ 30 milhões/ano.
Mas o Corinthians está encaminhando mais um acordo com o grupo Hypera Pharma, que poderá também estampar a sua marca na camisa do Timão, e acrescentar mais R$ 30 milhões ao contrato de R$ 300 milhões que envolveu no naming rights da arena.
O site `Meu Timão` publicou recentemente um levantamento dos últimos patrocínios máster do Corinthians no Século 21. BMG é o parceiro que paga o menor valor fixo. A lista é esta:
> Pepsi (2000): R$ 20 milhões (R$ 63,2 mi nos dias atuais)
> Samsung (2005): 9 milhões de dólares, equivalente a R$ 16,3 milhões (R$ 34,1 mi nos dias atuais)
> Medial Saúde (2008): R$ 16,5 milhões (R$ 30,3 mi nos dias atuais)
> Batavo (2009): R$ 18 milhões (R$ 31,3 mi nos dias atuais)
> Hypermarcas (2010): R$ 38 milhões (R$ 63,2 mi nos dias atuais)
> Caixa Econômica (2012): R$ 30 milhões (R$ 44,3 mi nos dias atuais)
> BMG (2019): R$ 12 milhões.

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