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Se existisse justiça no futebol, o árbitro Rodrigo Batista Raposo deveria ser punido. Ele simplesmente estragou o jogo do Beira Rio. Inter e Santos faziam uma partida disputada, mas o juizão, aos 18 e aos 45 minutos do primeiro tempo, deu cartão amarelo a Lucas Lima por retardar o jogo. Consequentemente, foi expulso. Já no banco de reservas, o meia do Santos chorou copiosamente.
Rodrigo Batista Raposo acabou sendo o grande protagonista da noite. O jogo terminou 2×1 para o Inter, mas ninguém fala em outra coisa, senão nesse episódio envolvendo Lucas Lima.
Foi um exagero, pra dizer o mínimo.

3 Comentarios

  1. É estranho e não é comum jogador ser expulso dessa forma, embora o Cássio também já foi expulso por retardar o jogo ano passado, mas como eu disse esse tipo de expulsão é muito raro.

  2. Arrasada com essa derrota. Esse defunto do Inter tinha que se levantar logo contra o Santos? O times está em péssima fase, pensei que com a volta dos titulares engrenaríamos de vez, mas pelo visto não. Duas derrotas inexplicáveis e inaceitáveis, pra Figueirense e Inter! Time que quer ser campeão não pode derrapar assim. Dorival tem que fazer alguma coisa pra manter a equipe competitiva ao menos pelo G4 e chegar na Copa do BR bombando.

  3. Deixou e expulsar Anselmo que já tinha amarelo e pisou no jogador do Santos, tentou desestabilizar o time santista distribuindo amarelos a rodo e não marcou penalidade para o Santos no 1ºtempo(zagueiro do inter faz uma carga nas costas do santista).
    Mas tenho dúvidas se o Inter não tem nada a ver com isto, contra o Sport arbitragem marcou penalidade inexistente para o Inter, contra a Ponte Preta a vergonha foi maior que contra o Santos, até no Fluminense meteram a mão e tudo erros escandalosos.
    Depois que chamaram o Fernando Carvalho de volta começou ter muita sorte, este dirigente é aquele que o presidente do Paysandu acusou de não ter pago o jogo que o time do Pará entregou para o Inter não cair e depois teve a cara de pau de fazer DVD alegando que seu clube era prejudicado, Eurico Miranda Gaúcho.

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