NEYMAR – Eu falei para ele recentemente, pedi para ser mais profissional. Ele tem 28 anos ainda, e o PSG tem uma excelente equipe, podem vencer a Champions. Dependerá da sua qualidade durante todo o torneio, não em só um jogo. Agora Ney tem mais experiência e maturidade.
GABIGOL – Antes nós íamos mais maduros (para a Europa). Para os atacantes, jogar na Itália é duro. E se um clube te chama ainda jovem, tem que te conhecer muito bem. A Inter não deu tempo de entender o Gabriel, que tipo de jogo o favorecia, como usá-lo melhor. Além disso, Ronaldo Fenômeno, que explodiu com 18 anos, tem um e apenas um.
PAQUETÁ – Lamento muito (o fracasso no Milan) porque ele tem qualidade, é fortíssimo. É preciso dar tempo para ele adaptar-se ao futebol italiano, a uma equipe que mudou tanto, tanto na parte técnica quanto no planejamento. Com 22 anos, não pode resolver tudo no Milan. Ele é um meia, ótimo para dar passagem ao (Rafael) Leão, tem visão de jogo. Na ponta, ou de 10, ele deve estar perto da área porque tem bom chute, mas nunca na defesa. Mas, no Brasil, ninguém chega à seleção por amizade com o treinador.
* Entrevista ao Globoesporte.com

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