Um misto de frustração e inveja tomou conta do torcedor brasileiro, enquanto Inglaterra e Espanha decidiam, neste sábado, o Mundial Sub-17 que foi disputado na India. O Brasil, eliminado na quarta-feira pela Inglaterra, jogou mais cedo. Jogou mal, mas venceu Mali por 2×0, com um gols do palmeirense Alanzinho e do santista Yuri, e ficou com o terceiro lugar.
Nesse tipo de torneio conta muito mais o que ele pode trazer de confirmação de talentos do que propriamente a conquista de títulos. Doze anos atrás, por exemplo, uma outra geração, igualmente promissora, foi vice-campeã do mundo, mas acabou revelando pelo menos dois grandes craques: o lateral Marcelo, eleito recentemente o melhor do mundo em sua posição; e o meia Renato Augusto, titular da seleção de Tite.
Tinha ainda “falsos brilhantes”, como o foquinha Kérlon, do Cruzeiro, e o meia Anderson, do Grêmio, eleito o melhor do mundo naquela competição. Se esses dois fracassaram, o resto da turma dispensa comentários. Alguns estão na literalmente na várzea.
Independentemente da dor-de-cotovelo que sentimos enquanto assistimos a essa final entre Inglaterra e Espanha, vamos torcer para que Alan, Paulinho, Lincoln & Cia  se transformem rapidamente em craques de verdade.
ING x ESP: assistimos com dor-de-cotovelo
ING x ESP: assistimos com dor-de-cotovelo

1 Comentário

  1. Achei a garotada promissora, faltou um técnico melhor, esse técnico parece o Micale que conseguiu tirar o sub 20 de um campeonato mundial sendo desclasdificado com times da America Latina.

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