Ontem, o ‘ElClásico” envolvendo Real Madrid x Barcelona nos “entregou” tudo que a gente esperava de um grande jogo. Hoje, na decisão da Supercopa do Brasil, Palmeiras e Flamengo  fizeram outro jogaço.

Se for possível apontar  semelhanças entre esses dois confrontos, tanto lá como aqui, assistimos a gols espetaculares. O de Benzema; e o de Raphael Veiga merecem disputar o Prêmio Puskas da Fifa.

Houve também uma incrível contribuição de lambanças da arbitragem nos dois jogos. Nem sempre é má-fé dos apitadores. É a própria pressão de um grande jogo.

Eu vi um Flamengo muito displicente na defesa, mas extremamente perigoso no ataque, graças aos seus valores individuais. Vi um Palmeiras taticamente muito bem postado, explorando contra-ataques com inteligência. Enfim, um grande jogo, que só poderia ser decidido mesmo nos pênaltis.

E na loteria dos pênaltis, prevaleceu  a tradição de Diego Alves, um goleiro especialista nesse quesito, superando a  enormidade do palmeirense Weverton – que inclusive salvou uma bola em cima da linha nos acréscimos.

Mas é preciso deixar claro o seguinte: o Palmeiras teve dois ‘macth points’ e não soube aproveitar. Faltou tranquilidade aos cobradores. Tranquilidade que o técnico Abel Ferreira jogou no lixo, com mais uma expulsão de campo por reclamação. Esse tipo de comportamento destemperado do comandante acaba interferindo no emocional dos comandados.

Resultado: Flamengo campeão. 

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