Destaque do jornal mexicano La Aficion
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Mal comparando, o Pachuca é uma espécie de Chapecoense. O time mediano, de uma cidade pequena (pouco mais de 250 mil habitantes). O Grêmio é um gigante, três vezes campeão da Libertadores e tem um título mundial.
Mas, nesse confronto da semifinal na Arábia, o jogo foi equilibrado. O Pachuca dominou o primeiro tempo e o Grêmio o segundo.
O Grêmio parecia muito ansioso. A penúltima bola de ataque era sempre errada. Assim, além de não surgirem chances de gol, dava sempre a opção de contra-ataque para os mexicanos.
O goleiro Grohe foi bem outra vez, assim como Geromel e Luan. Mas um dos melhores do time foi Cortez, experiente lateral que tentou puxar o time para o ataque pelo setor esquerdo.
Na prorrogação, o Grêmio fez um gol relâmpago e recuou perigosamente. Mas deu pra segurar a vitória e garantir presença na final.
Ficamos assim, então: se quiser realmente acabar com o planeta – como dizem seus apaixonados torcedores – ou o Grêmio joga muita bola contra o Real Madrid, ou é melhor torcer pelo improvável: torcer pela vitória do Al Jazira de Romarinho, nesta quarta-feira.

5 Comentarios

  1. O Gremio jogou para o gasto, o suficiente para ir para a final.

  2. Pra ganhar do Real vai ter que fazer o mesmo que fez os outros times brasileiros que conseguiram derrotar os europeus: muita retranca e contra-ataque mortal. Simples assim.

  3. E esse goleiro do Pachuca, hein? 44 anos e menos de1,80 m de altura. Sem mais. kkkk

  4. Acho que a obrigação o Gaymio já fez. Mas só jogou a partir dos 30 minutos do 2º tempo, quando os “xicanos” cansaram (já vinham de uma prorrogação). Contra o Real, são franco atiradores, mas não acho impossível…

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