A coluna de Lauro Jardim, no Globo.com, informa que a  assembleia dos médicos cooperados Unimed-Rio, marcada para o dia 29, que votará se a diretoria deve ser destituída, pode não acontecer.

A empresa entrou com uma ação na 7ª Vara Empresarial do Rio para tentar impedir a reunião.

Entre os motivos, está a própria má-gestão do plano de saúde, que inclui até o “uso indiscriminado de cartão corporativo” e “aportes milionários em benefício de time de futebol”.

No entanto, o pior ainda seria a tão esperada assembleia:

“Descalabro maior de todos talvez seja a mordaça que se quer instituir para calar a voz dos cooperados”, diz a ação em referência ao encontro.
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Em tempo – Aportes milionários em benefício a time de futebol nada mais é do que a parceria de Celso Barros com o Fluminense, que durou anos e anos. Não tem remédio que dê mais jeito.

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