Trecho da coluna de Paulo Cezar Caju na revista Placar:

Estamos a poucos meses de comemorar os 50 anos do Tri. É o momento de sermos procurados, badalados, exaltados. Eu posso ser localizado tomando um café no Kurt, Marco Antônio um conhaque, em São João, Riva cuidando de seus curiós, Gerson chorando em alguma transmissão da Tupi, Tostão despejando seus sentimentos em belas crônicas, Brito tomando uma cerveja em um quiosque da Ilha do Governador e o Furacão assistindo uma pelada na Praia do Leme, lembrando suas memoráveis arrancadas.
Os heróis do Tri, apesar de serem considerados “patrimônios nacionais e imorríveis”, podem ser encontrados perdidos e filmados em qualquer esquina. Deprimidos, bêbados, loucos, mas com o coração abarrotado de paixão por um futebol que se perdeu no tempo. Pra finalizar, me lembraram de mais um termo que está na moda dos comentaristas: “jogador de beirinha”. Que tal de beirinha é essa?

2 Comentarios

  1. É sabido que o Brasil não valoriza seus ídolos, mas puxa saco de gringos.

  2. Esse é chorão por natureza.No Brasil todo mundo está atrás de paparicos e alguns benefícios.Tem que se valorizar e ajudar, paparicar aqueles a quem tem muito pouco ou nada ,para que possa se desenvolver e tocar uma vida razoavelmente decente.

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