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Levantamento feito pelo jornal espanhol Mundo Deportivo constatou que, nas últimas temporadas, desde que os árbitros passaram a utilizar o spray para regulamentar a distância entre a bola e a barreira, o número de gol de falta quase triplicou.
Así, se ha pasado de una eficacia goleadora del 3,9% de goles en la 13-14, última temporada sin spray (23 goles de 577 faltas directas), al 9% de goles marcados (38 goles de 419 lanzamientos) en la pasada Liga”, diz o jornalista Xavier Bosch, do Mundo Deportivo.
QUEM INVENTOU?
Manter a barreira a 9m15cm da bola sempre foi um desafio para os árbitros. Para tentar eliminar esse problema, em 2000 foi criado um spray inspirado em espuma de barbear. O produto é feito a partir de uma composição simples: espuma volátil biodegradável e pode durar por até um minuto sobre a grama. Um ano depois, a invenção passou a ser usada por árbitros da CBF.
Em 2008, foi a vez da Conmenbol aprovar o uso do equipamento. E no dia três de março, após 12 anos, a invenção foi aprovada pela FIFA e pela International Football Association Board (IFAB), órgão que regulariza as regras do futebol. A aprovação permitiu que as federações de todo o mundo passem a usar o spray .
Registrado como Spuni, o spray foi criado por um morador de Ituiutaba, no Triângulo Mineiro.
“Eu estava assistindo a um jogo, quando o comentarista Galvão Bueno falou sobre esse problema da barreira. Pensei em algo provisório e que fizesse uma linha reta. Então, lembrei da espuma de barbear, fiz o teste e deu certo. Mas pensei que não me dariam muita antemão”, diz  o inventor Heine Allemagne.

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