No site UOL de Primeira (Por Dassler Marques) – Realizada pelo escritório de advocacia Molina & Reis, a thumb_teixeira_pode_ter_exigido_propina_para_construcao_do_itaquerao_3032012-112911-1auditoria da Arena Corinthians apontou um fato inusitado na origem do projeto da Arena Corinthians. De acordo com o documento, o contrato assinado em 2011 entre o clube e duas empresas de arquitetura [Coutinho, Diegues e Cordeiros Arquitetos; Diniz, Dezouzart e Gualda Arquitetos] simplesmente desapareceu. O documento estava de posse de um executivo da Odebrecht, responsável pela obra.
Preparado pelo Corinthians e pelas duas empresas, o contrato estava firmado e a caminho da Odebrecht para assinatura, mas foi “extraviado ou furtado”, conforme indica a auditoria. O vínculo era “correspondente à elaboração do projeto arquitetônico da Arena”, além da “regulamentação e especificação da atuação e prestação de serviços” das duas empresas de arquitetura.
Apesar do destaque conferido ao tema no relatório de Molina & Reis, o auditor afirma ter sido contratado à época para orientar o Corinthians para resguardar os interesses do clube na elaboração do novo contrato. Segundo a auditoria, foi encontrada a versão final do vínculo e as assinaturas foram realizadas pelas duas empresas de arquitetura, pelo clube e, enfim, pela Odebrecht.

1 Comentário

  1. O problema não é esse. Os problemas são o superfaturamento, pela Odebrecht; e a entrega parcial das obras. Acredito que, só nesses dois aspectos, dever-se-ia subtrair uns 300 a 400 milhões, do preço final. Ou nos dão um desconto (em relação ao que ainda não foi quitado) ou a Odebrecht nos ressarce, sem prejuízo dos danos morais causados. Mas isso teria que ser feito por outra diretoria. Esse Grupo Renovação e Transparência não tem condições morais de resgatar essa dívida, e ainda é capaz de fazer outros ”negócios”, em torno dela…

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Fechar
Logo Qualitare