Jornal colombiano El Tiempo

A sorte nossa foi o estádio vazio. Se por acaso houvesse torcida na arquibancada do Engenhão, o time de Tite, que mostrou-se desestabilizado desde o primeiro minuto, dificilmente conseguiria sequer o empate.

No primeiro tempo, não conseguimos criar uma chance sequer. Isso é raro. Mas o mérito também é dos colombianos, porque exerceu marcação forte – às vezes até violenta – e fechou-se com um paredão de 6 ou 7 zagueiros.Foi como se, de repente, os colombianos incorporassem o espírito de Juan Camilo Zúñiga, aquele lateral carniceiro que tirou Neymar da Copa do Mundo de 2014.

Neymar, diga-se, foi muito caçado, mas normalmente ele perde a cabeça  quando é fustigado. Aí, exagera no individualismo que, invariavelmente, termina em cai-cai.

O gol de Roberto Firmino foi muitíssimo contestado pelos colombianos, porque a bola bateu no árbitro argentino Néstor Pitana e beneficiou o ataque brasileiro.

No minuto final dos acréscimos, Neymar cobrou escanteio na cabeça de Casemiro, que virou o placar.
Mas foi um sufoco.

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